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Literatura Estrangeira

Pouco de Nada

1ª Edição - 2025137 páginasFolhas de Relva*pt
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Sinopse

"Se me fiz destino em escrever, em ser poeta ? Ou o palco, o teatro, me foi o pórtico iniciático para assim o ator, cuja poesia se dá na/em cena, se fazer poeta posto que levado à poesia, à escrita, ou melhor, à escrevivência? Até que ponto o ator se descobriu poeta ou o poeta se fez ator, para, através da arte do teatro, se reconhecer intrinsecamente irmantado, almagamado e conjurado em meio a essas duas trincheiras ? E ainda tem a música e a filosofia no meio, junto, dentro disso tudo! Uma vez que sempre me interessou (e interessa!) essa confluência e intercruzamento dessas forças, expressões e potência desses saberes e vivências. Além do mais, sempre me pus (e me ponho) diante da inexorável questão: o que é ser artista hoje em dia? o que pode a arte? O que pode a poesia? O que pode a poesia, sendo uma expressão que se dá, em sua feitoria e burilamento, num estar sozinho , diferentemente do teatro, que é uma arte de natureza coletiva em sua artesania? Qual o dínamo sutil e motriz, material, portanto corporal (corpo e livro, livro e corpo, poesia e poema, poema e poesia, eu e mundo, mundo/eu, que, como acontecimento de tal encontro e vir a ser, vir a ser poesia, poema) que mobiliza as forças subjetivas, objetivas, sensíveis, intelectivas e espirituais que me levam necessariamente, como destino inescapável , à poesia, ao querer ser escrito e inscrito pela, com a poesia? Essas, entre outras questões, são as que, também, me atravessam o solo e o horizonte de meu fazer poético." (Alberto Eloy)

Sobre Alberto

Alberto Eloy é ator, poeta, narrador, locutor, músico e livreiro. Paraibano de Campina Grande, onde se formou no curso de interpretação em teatro do Departamento de artes da UFPB, e, há 22 anos radicado no sudeste (10 no Rio e 12 já em SamPã), passou pelo Tablado, Nós do Morro, participou de montagens na Uni-Rio e UFRJ, por 6 anos atuou e pesquisou na Cia. Epigenia Arte Contemporânea (RJ), trabalhou com Bia Lessa, com Lee Taylor (NAC - SP), participou da X Bienal de Havana, Cuba, em 2009. Em 2019 toca no espetáculo "O Apocalipse de um diretor", no MASP, seu último trabalho, somando-se já nesses quase 30 anos de teatro 20 peças, além publicações de alguns de seus poemas no suplemento literário Correio das Artes, do único diário impresso na Paraíba, o jornal "A União", e também publicações no site da Revista Cult. Nos últimos 2 anos, com o aumento do interesse pelos áudios livros, tem feito locução/narração de mais de 30 títulos, em sua maioria clássicos da literatura - brasileira também - e da filosofia mundiais, de Nietzsche, Hume, Rotterdam, James Joyce, Tolstói, Dostoiévski, Maria Firmina dos Reis a Orides Fontela etc. E, a pouco mais de um mês, protagonizou como ator a campanha publicitária pela comemoração dos 70 anos da OSESP. Atualmente está num processo com o diretor Antônio Januzelli e em breve retomará sua pesquisa autoral em torno, com Nietzsche, num solo. E, também prepara seu futuro primeiro livro de poesia.

Detalhes do livro

Título
Pouco de Nada
Autor
Alberto Eloy
Editora
Folhas de Relva*
Ano
2026
Páginas
137 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9786580672967
Edição
1ª Edição - 2025
Formato
Brochura

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