Os melhores romances de amor: clássicos e contemporâneos que emocionam
Da Jane Austen ao romance brasileiro contemporâneo, o gênero que mais vende e mais une pessoas ao redor de histórias de amor. Uma seleção para quem quer sentir tudo.
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"Se me fiz destino em escrever, em ser poeta ? Ou o palco, o teatro, me foi o pórtico iniciático para assim o ator, cuja poesia se dá na/em cena, se fazer poeta posto que levado à poesia, à escrita, ou melhor, à escrevivência? Até que ponto o ator se descobriu poeta ou o poeta se fez ator, para, através da arte do teatro, se reconhecer intrinsecamente irmantado, almagamado e conjurado em meio a essas duas trincheiras ? E ainda tem a música e a filosofia no meio, junto, dentro disso tudo! Uma vez que sempre me interessou (e interessa!) essa confluência e intercruzamento dessas forças, expressões e potência desses saberes e vivências. Além do mais, sempre me pus (e me ponho) diante da inexorável questão: o que é ser artista hoje em dia? o que pode a arte? O que pode a poesia? O que pode a poesia, sendo uma expressão que se dá, em sua feitoria e burilamento, num estar sozinho , diferentemente do teatro, que é uma arte de natureza coletiva em sua artesania? Qual o dínamo sutil e motriz, material, portanto corporal (corpo e livro, livro e corpo, poesia e poema, poema e poesia, eu e mundo, mundo/eu, que, como acontecimento de tal encontro e vir a ser, vir a ser poesia, poema) que mobiliza as forças subjetivas, objetivas, sensíveis, intelectivas e espirituais que me levam necessariamente, como destino inescapável , à poesia, ao querer ser escrito e inscrito pela, com a poesia? Essas, entre outras questões, são as que, também, me atravessam o solo e o horizonte de meu fazer poético." (Alberto Eloy)
Alberto Eloy é ator, poeta, narrador, locutor, músico e livreiro. Paraibano de Campina Grande, onde se formou no curso de interpretação em teatro do Departamento de artes da UFPB, e, há 22 anos radicado no sudeste (10 no Rio e 12 já em SamPã), passou pelo Tablado, Nós do Morro, participou de montagens na Uni-Rio e UFRJ, por 6 anos atuou e pesquisou na Cia. Epigenia Arte Contemporânea (RJ), trabalhou com Bia Lessa, com Lee Taylor (NAC - SP), participou da X Bienal de Havana, Cuba, em 2009. Em 2019 toca no espetáculo "O Apocalipse de um diretor", no MASP, seu último trabalho, somando-se já nesses quase 30 anos de teatro 20 peças, além publicações de alguns de seus poemas no suplemento literário Correio das Artes, do único diário impresso na Paraíba, o jornal "A União", e também publicações no site da Revista Cult. Nos últimos 2 anos, com o aumento do interesse pelos áudios livros, tem feito locução/narração de mais de 30 títulos, em sua maioria clássicos da literatura - brasileira também - e da filosofia mundiais, de Nietzsche, Hume, Rotterdam, James Joyce, Tolstói, Dostoiévski, Maria Firmina dos Reis a Orides Fontela etc. E, a pouco mais de um mês, protagonizou como ator a campanha publicitária pela comemoração dos 70 anos da OSESP. Atualmente está num processo com o diretor Antônio Januzelli e em breve retomará sua pesquisa autoral em torno, com Nietzsche, num solo. E, também prepara seu futuro primeiro livro de poesia.
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