Por que reler um livro é sempre uma experiência diferente
Reler um livro que você amou parece perda de tempo quando há tanto ainda para ler. Mas a releitura revela camadas que a primeira passagem não alcança, e diz algo sobre quem você se tornou.
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O Romantismo modificou radicalmente o senso do sublime. A subjetividade e o pensamento irracional ganharam prestígio, fazendo surgir uma nova forma de arte. Neste conjunto de ensaios, o crítico e musicista Charles Rosen passeia pela obra de autores como Balzac, Byron, Flaubert, Hölderlin e Wordsworth. Analisa também gênios da pintura e da música romântica. Neles, busca certos elementos que possam enriquecer as leituras possíveis daquele contexto histórico e da arte que então se produziu. Tradução José Laurenio de Melo Coedição Editora Unicamp
Charles Rosen nasceu em Nova York, é pianista, crítico literário e professor emérito de música e teoria social da Universidade de Chicago, além de autor de vários livros. Com os livros O Estilo Clássico (1972) e A Geração Romântica (1995) ganhou o National Book Award. Ganhou também o Prêmio Truman Capote de 1999 por crítica literária.
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