Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Prefácio: Paulo Cezar Pinheiro Carneiro Apresentação: Fredie Didier Jr. Posfácio: Andre Vasconcelos Roque POR QUE ESCOLHER O LIVRO “PODERES DE EXECUÇÃO DO ÁRBITRO”? O Dr. Henrique de Moraes Fleury da Rocha produziu um importantíssimo trabalho, de grande utilidade prática para todos os arbitralistas, assim como para os estudiosos do Direito Processual Civil, dando um importante passo no enfrentamento de matéria tão complexa e pouco explorada sobre o tema dos poderes de execução do árbitro. Recomento a obra vivamente. Paulo Cezar Pinheiro Carneiro Nos últimos anos, tenho me guiado, nas empreitadas intelectuais, pela diretriz de Muniz Sodré, apresentada em seu “Pensar Nagô”: tentar tornar surpreendente o que é evidente (que está à vista). Henrique surpreende ao mostrar o que é evidente: os árbitros têm mais poderes executivos do que se supõe ao ler a Lei 9.307/1996. O tema realmente merecia esse cuidado. O Autor, advogado militante, com larga experiência em arbitragens, percebe o ponto e traz uma excelente contribuição, versão comercial de sua tese de doutoramento na UERJ, de cuja banca tive a enorme satisfação de participar. Livro excelente e muito oportuno. Parabéns ao Autor e à Editora. Fredie Didier Jr. Minha sugestão para o leitor é que, se ainda não o fez, passe à imediata leitura de seu texto, ocasião em que perceberá facilmente que se trata de importante contribuição para a compreensão do instituto da arbitragem e de nosso Direito Processual. Trata-se de viva recomendação, não apenas para os que se dedicam ao estudo acadêmico da arbitragem e do Processo Civil brasileiro, mas também para os profissionais que atuam no contencioso, tanto judicial quanto arbitral. Andre Vasconcelos Roque
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