Como recomendar livros para amigos sem arruinar a amizade
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A Colonização do Norte Novo do Paraná
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Agropecuários da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (FIBGE) e do INCRA. Na década de 1980, aqueles pioneiros-sitiantes-pequenos produtores tornaram-se fornecedores de cooperativas e agroindústrias. Sua subordinação aos novos ditames do capital os colocaram no dilema entre permanecer na terra ou arrendá-la, e muitas vezes vendê-la, para os fazendeiros da soja, pecuaristas ou para as usinas da cana de açúcar. A paisagem mudou. Mas, tantos anos depois, continuamos no Brasil com enfrentamentos dos sujeitos envolvidos nas diferentes cadeias de valor da agricultura: agroindústria, fazendeiros, trabalhadores formais e trabalhadores precarizados (até escravizados), sitiantes. O papel do Estado tem sido fundamental para regular ou não o desenvolvimento da agricultura e pecuária e estimular ou não a paz social. A atualidade do estudo refere-se a um olhar para o passado que gerou com suas contradições um presente de contínua luta pela terra e por espaços para uma agricultura sustentável pelos agricultores familiares, ao mesmo tempo que o agro ou agrobusiness prospera em monoculturas, vastas extensões de terra, com insumos e tecnologias “avançadas”, pondo em risco o ambiente e a saúde das populações. Pioneiros do capital: a colonização do Norte do Paraná é fruto da dissertação de mestrado em Ciência Política, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), em 1983. Agora virou livro, publicado pela Edite-BR-75, com apoio financeiro do Sindicato dos Sociólogos do Paraná.
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