Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Em Piloto de guerra (também conhecido como Voo para Arras), Saint-Exupéry condensa meses de voo em uma única e aterrorizante missão de reconhecimento fotográfico como piloto na Segunda Guerra Mundial, em 1940, quando fez parte do Grupo 2/33. No comando de seu avião, enquanto os alemães invadem a cidade, ele medita e reflete sobre o homem, a civilização e o absurdo de ter a França mergulhada naquele morticínio. No avião, a tripulação vê-se obrigada a lutar contra o leme congelado, entre gritos de uma comunicação difusa, sem deixar de notar os tristes cortejos de refugiados. Para todos, a alegria de ainda estar vivo é renovada a cada instante. Mais de 1.300.000 exemplares vendidos na França.
Foi escritor, ilustrador e piloto francês. Aos 22 anos, já era piloto e subtenente da reserva da força aérea francesa. Como piloto comercial, chefiou um posto no sul de Marrocos, onde recebeu o apelido de senhor das areias. Nessa época, negociou com tribos mouras a libertação de pilotos detidos após aterrisagens forçadas. Em julho de 1944, partiu de uma base aérea na Córsega para uma missão de reconhecimento e não retornou. Os destroços de seu avião somente foram encontrados em 2004 na costa de Marselha. Seu corpo nunca foi encontrado.
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