Como ler mais livros: 10 hábitos dos leitores que devoram 50 livros por ano
Ler 50 livros por ano parece impossível? Não para quem adotou os hábitos certos. Descubra as estratégias usadas por leitores vorazes para encaixar mais leitura no dia a dia.
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Considerado um dos maiores nomes do quadrinho francês contemporâneo, Blutch mistura seu traço alucinante com elementos do clássico Satiricon, de Petronio, William Shakespeare, Fellini e Robert Crumb . Durante o Império Romano, um grupo de ladrões descobre uma bela mulher em uma caverna, presa em um gigantesco bloco de gelo. Eles discutem o que fazer com ela, mas se afundam em intrigas e acusações. Apaixonado pela mulher congelada, o jovem Públio Cimbro inicia uma estranha e perigosa jornada para a capital. Frases de imprensa: “Blutch é um mestre. Nenhum outro cartunista se apresenta com um virtuosismo tão casual.” – Craig Thompson, autor de Retalhos (Quadrinhos na Cia., 2009) “Ambíguo e aterrorizante, este é um conto brutal, não apenas de perseverança, traição e amor equivocado, mas também de um reino que não pode mais se sustentar” – The Guardian “Nas mãos do incrível Sr. Hincker (que usa o pseudônimo Blutch), um simples lápis assume as qualidades de uma varinha mágica.” – The New York Times “A surrealista visão de Blutch do Satyricon é alimentada por esse feitiço de loucura alienada. Diversas vezes, Publius faz uma escolha errada após a outra. Ele rejeita amantes em favor da Deusa, mas às vezes rejeita a Deusa em favor das amantes. Sua ideologia, como a violência nos quadrinhos de Blutch, é dispersa, desesperada e se estica para arranhar e estrangular a carne que envolve o ser.” – The Comics Journal “Requintada, a arte de Blutch traduz batalhas, orgias e conversas em linhas densas e manchadas.” – Publishers Weekly “Blutch arremessa tinta em um impulso de fúria e luxúria, esboçando uma jornada que é parte mito, parte pesadelo e parte romance dramático.” – The Globe “Existem certas fadas que se apoiaram sobre certos berços para conceder o dom da música para Mozart e o dom do desenho para Blutch” – Patrice Leconte, cineasta francês e quadrinista da revista Pilote “Quando começou a serializar Péplum em 1996, Blutch era um talento para ficar de olho, um rapaz de 28 anos admirado pela expressividade de seus traços e seus experimentos com a lógica onírica e o surrealismo (chamavam ele de “meio Jacques Demy e meio Buñuel), mas ainda não havia se tornado o herói de uma geração de cartunistas.” – Edward Gauvin, tradutor da edição norte-americana
Christian Hincker, mais conhecido pelo pseudônimo Blutch, nasceu em 1967 em Estrasburgo, França. Ganhou o apelido na universidade de artes, por sua semelhança com um personagem da HQ Les Tuniques bleues. Após se formar, participou de um concurso da revista Fluide Glacial e passou a produzir histórias curtas para diversas publicações alternativas, tornando-se um colaborador regular da Lapin, da editora L'Association. Em 1996, começou a publicar Péplum na (À Suivre), uma das mais importantes revistas de quadrinhos da França, casa de autores como Hugo Pratt, Jacques Tardi e Milo Manara. Reunida em uma edição integral em 1997, a série tornou-se umclássico, transformando Blutch em um dos grandes nomes da bande dessinée. Suas criações posteriores tornaram-se sucessos de crítica e público, ganhando três prêmios Angoulême. Em 2010, o festival realizou uma grande exposição retrospectiva de sua carreira.
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