Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Dono de um estilo impecável, Pedro Nava desenvolveu um modo peculiar de criação. No lado esquerdo da folha almaço, ele datilografava o texto; no lado direito, ia colando recortes de jornal, bilhetes e postais, desenhando caricaturas e anotando pensamentos. Essa aparente desordem não era apenas lugar de experimentação, mas de um saber em movimento. Os autores deste estudo, docentes da UEL, extraíram do processo criativo de Nava lições valiosas sobre os modos de pensar e se expressar. Coedição: Eduel
Edina Panichi é doutora em letras pela Unesp-Assis, especializada em Estatística e Processos de Construção Textual. Docente de mestrado e Doutorado em Estudos da Linguagem na Universidade Estadual de Londrina. É também autora de trabalhos sobre processos de criação na escrita.
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