Por que alunos que leem mais vão melhor em todas as matérias
Não é intuição, é ciência: o hábito de leitura correlaciona com melhor desempenho em matemática, ciências e redação. Veja o que a pesquisa comprova e o que a escola pode fazer.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
O teatro e a música apresentam uma característica comum: são artes do tempo. Em ambas, um material escolhido como impulso inicial – uma dramaturgia, uma partitura, um movimento, uma sonoridade, uma ideia ou o que quer que mobilize o artista – nunca permanece o mesmo; antes, transforma-se ao longo do espetáculo teatral ou da execução musical. No teatro, essa transformação é o que configura a ideia de ação, enquanto na música a mesma noção será, no presente livro, chamada de direcionalidade musical. Esse fenômeno de um material inicial transmutando-se no percurso temporal de uma obra foi entendido como um campo similar, paralelo, entre teatro e música. O modo como esse campo similar se configura muda de tempos em tempos e de cultura para cultura. A intenção deste livro é descrever algumas dessas mudanças ao longo de uma parte da história do teatro e da música, constatando a existência de um percurso histórico semelhante para as duas artes, que vai da construção de linguagens altamente estruturadas, passa pela exploração dos limites dessas linguagens e desemboca na dissolução das estruturas que as sustentavam.
Outros livros de Ernesto Valença
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Não é intuição, é ciência: o hábito de leitura correlaciona com melhor desempenho em matemática, ciências e redação. Veja o que a pesquisa comprova e o que a escola pode fazer.
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
A guerra entre o papel e a tela não tem um vencedor único, depende do leitor e do contexto. Conheça os prós e contras de cada formato e como tirar o melhor dos dois.
Para escolas, universidades, autores e editoras