Mangás e graphic novels: por onde começar e por que ler
Quadrinhos não são "coisa de criança". Mangás e graphic novels estão entre as formas narrativas mais inovadoras do século. Um guia para quem quer entrar nesse universo.
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A obra “Para a Crítica da Filosofia de Hegel” (Zur Kritik der Hegelschen Philosophie) (1839), de Ludwig Feuerbach, trata-se de uma crítica ao “positivismo da razão”, à razão da filosofia hegeliana, como um dado evidente, verdadeiro, sem averiguar a sua origem, os seus pressupostos, a sua validade real, objetiva; ou, com outras palavras, trata-se de uma reflexão sobre a essência do ato de se filosofar, ou seja, sobre a natureza da própria filosofia, a partir de uma crítica à especulação, à filosofia especulativa, especialmente à filosofia de Hegel, que fora tomada por boa parte dos neo-hegelianos como uma filosofia perfeita, absoluta. Contrariamente a tais posições, Feuerbach não acredita que um indivíduo, uma obra ou um movimento na história possa ser porta-voz da verdade, da generidade; que gênero humano possa se encarnar num indivíduo particular; que a infinitude e o absoluto sejam qualificações de um sistema filosófico determinado
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