Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
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A cutia não podia mais suportar! Era barrada em todos os lugares que queria entrar. No supermercado, no jogo de futebol, no baile, era só chegar que logo ouvia: “Paca, tatu… cutia, não!”. Todo mundo era bem-vindo, menos ela. Isso tinha que mudar! E lá foi a cutia dar um jeito nessa injustiça. Mais do que contar sobre a indignação e a coragem da cutia na busca por seus direitos, esse livro fala sobre preconceito, discriminação e bullying. O escritor Claudio Fragata partiu do conhecido ditado popular “Paca, tatu… cutia, não!” para tratar com delicadeza temas que precisam ser discutidos, seja em casa, na sala de aula ou entre os amigos.
CLAUDIO FRAGATA nasceu em Marília, interior de São Paulo, em 1952. Ainda criança, mudou-se com a família para a capital. Vive em São Paulo há tantos anos que se considera paulistano. Formado em jornalismo pela Faap, trabalhou como editor da revista Recreio, na Editora Abril, e dos Manuais da Turma da Mônica, na Editora Globo. Com o tempo, passou a dedicar-se apenas à literatura e tem mais de trinta livros publicados. Em 2014, ganhou o Prêmio Jabuti com a obra Alfabeto escalafobético. Recebeu o selo Cátedra de Leitura da Unesco/PUC-RJ com o livro João, Joãozinho, Joãozito, que conta a infância do escritor João Guimarães Rosa. Em 2019, seu livro O tupi que você fala foi selecionado para a campanha Leia para Uma Criança, patrocinada pelo Banco Itaú. Tradutor e adaptador de obras importantes, como Viagem ao Centro da Terra, de Júlio Verne, e Zero, pra que te quero?, de Gianni Rodari, Claudio divide seu tempo entre escrever e brincar com seus gatos Sushi, Filé e Mignon.
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