Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
O Tempo HistóRico, FilosóFico, Cotidiano
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Neste livro, o autor Ricardo Luiz de Souza estuda os diversos sentidos atribuídos ao tempo, a partir da ambiguidade que envolve este assunto perante o conhecimento humano. Realiza-se um estudo sintético das diferentes formas de se observar o tempo ao longo dos anos, analisando-o e construindoo. Esta construção possui significados diferentes em vários contextos e em sociedades distintas. Em termos históricos, expõe-se na obra que o tempo é formado por uma construção ambígua, sendo necessária a distinção entre tempo e temporalidade. Analisa-se, ainda, as temporalidades diferentes que são envolvidas pelo tempo, ocorridas em sucessão, mas que se interagem simultaneamente. É um processo de recorte antigo, porém sempre realizado nos dias atuais, a partir da análise histórica, filosófica e cotidiana realizada pelo autor Ricardo Luiz de Souza.
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