Literatura africana contemporânea: vozes que o mundo precisa ouvir
A literatura africana vive um momento extraordinário. De Chimamanda a Mia Couto, autores do continente estão entre os mais premiados e relevantes da atualidade.
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Os Maias crônica de costumes, retratando, com muito humor, a Lisboa da segunda metade do século XIX, obra-prima de Eça de Queirós, publicada em 1888, e uma das mais importantes de toda a literatura portuguesa, pela linguagem em que está escrita e pela fina ironia com que o autor define os caracteres e apresenta as situações. É um romance realista (e naturalista), onde não faltam o fatalismo, a análise social, as peripécias e a catástrofe próprios do enredo passional.é também um pretexto para o autor fazer uma crítica à situação decadente do país (a nível político e cultural) e à alta burguesia lisboeta oitocentista, por onde perpassa um humor (ora fino, ora satírico) que configura a derrota e o desengano de todas as personagens.
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