Como escolher o melhor e-reader: Kindle, Kobo ou tablet?
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Até onde podemos ir, quando a nossa sobrevivência está em causa? Estamos na Segunda Guerra Mundial, algures na frente russa, no meio das florestas percorridas por tropas alemãs e soviéticas e marteladas pelo estrondo constante da artilharia e o roncar dos motores dos tanques… onze crianças órfãs juntam-se por necessidade, empurradas pelas circunstâncias, e terão de fazer tudo para sobreviver à guerra, às rivalidades e traições, e ao General Inverno. Até onde poderemos ir quando temos fome? Uma novela gráfica muito dura, de grande fôlego, que mostra como a fome consegue quebrar as fronteiras morais, mesmo entre crianças. Luís Louro nasceu em Lisboa, em 14 de Junho de 1965. Fez o curso de “Imagem e Comunicação Audio Visuais”, na “António Arroio”. Pode dizer-se que é essencialmente, um contador de histórias, e vive exclusivamente da Banda Desenhada/Ilustração. A sua incursão na BD remonta a 1980, ano em que em parceria com Tozé Simões, criou pequenas histórias, algumas das quais viriam a ser publicadas em diversos fanzines entre 1985 e 1990. Luís Louro, vê pela primeira vez editada uma história de sua autoria, numa revista de publicação regular em 1 de Abril de 1985, Estupiditia II, no “Mundo de Aventuras”. Este é o ponto de partida para as publicações que se sucedem no “Diário Popular”, “Jornal Júnior”, “O Mosquito”. É no “Sábado Popular”, um suplemento do jornal “Diário Popular”, que estreia em Outubro de 1985, a série Jim del Mónaco lançada em álbum em 1986, pela Editorial Futura, que publicou 4 títulos, a preto e branco. Paralelamente, e ainda em 1989, a parceria Louro & Simões estreou-se na Edições Asa, onde é lançado o primeiro álbum da série Roques & Folque (que conta com 3 títulos). É a Edições Asa que retoma em 1991, a série Jim Del Mónaco, publicando entre 1991 e 1993, sete álbuns a cores. A partir de 1994, inicia a sua carreira a solo (desenhador, argumentista e colorista) com O Corvo, Alice (1995) e Coração de Papel (1997) também com a Edições Asa. Cogito Ego Sum I (2000) sai pela Meribérica e Cogito Ego Sum II (2001) pela Booktree. A carreira a solo, foi esporadicamente pontuada por colaborações com alguns argumentistas, Rui Zink O Halo Casto (2000, Edições Asa), João Lameiras e João R. Santos Eden 2.0 (2002, Booktree), Rosa Lobato de Faria ABC das Coisas Mágicas (2004, Edições Asa) e Nuno Markl O Corvo – Laços de Família ( 2007, Edições Asa). Em 2004 lança ainda Fadas Láureas com a Prime Books. Ao longo da sua carreira, Luís Louro ganhou vários e importantes troféus. Depois de um interregno de alguns anos, surgem dois novos títulos da série Jim del Mónaco, O Cemitério dos Elefantes (2015) e Ladrões do Tempo (2017) a que se seguem Watchers (dois álbuns publicados em 2018) e Sentinel (dois álbuns editados em 2019) também com a Edições Asa. Em 2020 regressa a uma das suas personagens marcantes com O Corvo IV–Inconsciência Tranquila na Ala dos Livros e publica O Universo Negro (um conjunto de histórias curtas, anteriores a Jim del Mónaco e em parceria com Tozé Simões, baseadas numa linha de um real impossível) com a editora Escorpião Azul. Publica, um livro de tiras humorísticas, com uma forte componente de crítica social, sobre a realidade da pandemia Os Covidiotas e O Corvo V – Inimigos Íntimos em 2021 (Ala dos Livros). Os Covidiotas – Segunda Vaga e o seu álbum Dante (uma viagem a um mundo de fantasia, inspirado no clássico da Divina Comédia) são ambos publicados em 2022, bem como a reedição de luxo de Alice – na cidade das maravilhas comemorativa dos 25 anos da icónica obra, editada pela Ala dos Livros. Em 2023 reedita O Corvo III – Laços de Família e prossegue a série do seu herói com O Corvo VI – O Silêncio dos indecentes (Ala dos Livros) continuando a explorar e a construir em profundidade, as suas personagens, surpreendendo sempre, até os seus leitores mais fiéis. Em 2024, ano em que se comemora o 30° aniversário do seu consagrado herói no ativo, lança O Corvo VII – O Despertar dos Esquecidos (Ala dos Livros) e o seu livro Infantil O Corvinho (A Seita). Finalmente, em 2025, ano em que festeja os seus 40 anos de carreira, lança este “Os Filhos de Baba Yaga”, o seu mais ambicioso romance gráfico até à data.
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