Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
Livros, Arte, Liberdades, e as Sensibilidades – (H)á Vida Aqui Dentro!
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Este livro imprime re?exões provocadoras. Fala dos livros, dos objetos, fala do olhar bonito para as coisas (do mundo). Fala sobre transcendência. Entrega. Transformação. E poesia. Observa objetos e coisas a partir de um mergulho inspirador pelos estudos da cultura material, traduzindo conceitos e algumas divergências. Passeia vivamente pelo mundo da arte e suas proposições. Reunindo teorias ainda pouco difundidas no Brasil, traz provocações e fontes singulares para aqueles que se interessam pela perspectiva das coisas. Propondo experimentar os materiais antes dos signi?cados culturais, e os objetos livres das convenções, este livro é um convite ao não automatismo das coisas, à quebra de regras e formalismos, na ciência e na vida. Este livro é para todos que, como a autora, desejam experimentar perspectivas outras, com coragem e disciplina, mas sem perder a poesia. Um (re)encontro com a vida a partir das imprevisibilidades. Pensamentos que escorrem pelas mãos. “Eis aqui um livro-tese, com todos os rigores acadêmicos. Mas também, e aí a magia, um livro-aventura pelos bosques da cultura material. Um livro-tese e, igualmente, um livro-passeio pela relva da arte e suas ramas exuberantes. Um livro-amostra do talento de Joana Beleza e de sua surpreendente investigação cientí?ca. Nestas páginas, o lado artista da pesquisadora-autora também se desvela em uma instalação. Heidegger, Didi-Huberman, Tim Ingold, Ferreira Gullar e outros astros lhe são guia. Em suma: você tem em mãos um livro-encanto sobre a coisa-livro.” (João Anzanello Carrascoza, escritor) “Não se trata de conceito, caso não se pense com o coração. Trata-se, sim, de exercitar coreogra?as de deslocamento com a musculatura da alma. Guardo em minha memória, e como um momento de grande beleza na história da O?cina 3D, o processo dessa imersão escrita em água, puro movimento-livro, pautado em experiências multissensoriais de artistas contemporâneos como Cildo Meireles, Lygia Pape e Lygia Clark. Aqui, o processo cumpre seu ciclo generoso, enriquecido com as valiosas re?exões registradas neste “livro-letras” que nos convida a pensar a arte contemporânea (e os objetos do mundo) como atravessamentos, engajamentos e sensibilidades.” (Marcos Duarte_Artista e Coordenador da O?cina 3D_Parque Lage) “Nada em Joana Beleza é usual, comum ou previsível. Partindo de teóricos que entendem que as materialidades não são meras super?cialidades e que atuam, junto às pessoas, para a construção do mundo social onde vivemos, a autora embrenha-se no universo da Arte Contemporânea para trazer à luz, ela mesma, um livro que fosse somente coisa, sem o peso da signi?cação. [...]. Uma ciência viva, [...], o resultado mais original que já vi, até o momento, dentro dos muros do campo dos estudos da Comunicação. A autora é uma pesquisadora-teórica-escritora que só sabe fazer as coisas, literalmente, com paixão. Portanto, retire deste livro saberes, mas também fazeres; teoria, mas também poesia; ciência, mas também arte. Retire deste livro, até mesmo, somente a sua materialidade.” (Cláudia Pereira_ Antropóloga)
Joana Beleza é pesquisadora, doutora em Comunicação, com temática envolvendo marcas, pessoas, objetos e coisas. Fundadora, gestora e artesã da Q’Petit_Objetos para encantar.
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