Como montar e cumprir sua meta de leitura anual
Uma meta de leitura bem definida aumenta drasticamente a chance de você ler mais. Aprenda a calcular uma meta realista, como acompanhá-la e o que fazer quando ficar para trás.
Arte, PolíTica e o ContemporâNeo
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Tomando como ponto de partida a crise da arte moderna e a emergência, nos anos 1960 e 70, de movimentos como minimalismo e arte da performance, o livro se debruça sobre a produção artística recente (em especial, a brasileira), procurando entender como e em que sentido ela pode ser considerada “política”. Dentre outros, são analisados os trabalhos e ações de artistas como Juliana Notari, Eduardo Coimbra, Cildo Meireles, Robert Smithson, Márcia X, Maria Palmeiro e Lyz Parayzo; do cineasta Adirley Queirós; e dos arquitetos Peter Eisenman e Carlos M. Teixeira. O livro tem início com uma pergunta provocadora – Quão contemporânea é a arte contemporânea brasileira? – e, entre outros argumentos, defende a tese de que o traço distintivo da parcela mais instigante da arte produzida hoje no Brasil, e mais amplamente pelas “vanguardas não-ocidentais”, é o modo impróprio como afronta concepções convencionais de política e ação política.
Outros livros de Otavio Leonidio
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Uma meta de leitura bem definida aumenta drasticamente a chance de você ler mais. Aprenda a calcular uma meta realista, como acompanhá-la e o que fazer quando ficar para trás.
Para combater o racismo, é preciso primeiro entendê-lo. Uma seleção de obras que revelam como o racismo estrutural moldou, e continua moldando, a sociedade brasileira.
O aluno que lê por obrigação raramente vira leitor. Mas há formas de apresentar a leitura escolar que mudam essa equação. Veja o que a pesquisa diz e como professores estão fazendo diferente.
Para escolas, universidades, autores e editoras