Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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O livro O uso dos adjetivos em pasquins do século XIX é um trabalho de investigação em textos jornalísticos no período imediatamente após a independência do Brasil, então colônia de Portugal. O objetivo geral da pesquisa é descrever o uso dos adjetivos em pasquins do séc. XIX, a partir de exemplares de pasquins produzidos entre os anos de 1844 e 1847. Os títulos dos pasquins são O Praieiro, A Voz do Brasil, O Foguete e O Tribuno, todos impressos no Recife. Pasquim é um periódico que se assemelha a um jornal, mas apresenta características de uma imprensa panfletária e atrevida. Tinha uma vida de circulação ativa bastante breve, uma vez que publicava textos insultuosos, polêmicos e até com tom de escárnio. O conteúdo de periódicos como esses era formado de um único artigo, uma vez que a extensão dos pasquins era bastante pequena. Nesses textos, o adjetivo assume importante papel no processo de predicativo de qualificação e classificação dos termos a que se referem. A seleção lexical é relevante instrumento para o processo da elaboração de textos, tendo em vista o alcance dos objetivos textuais pretendidos. A presença dos adjetivos em escritos oitocentistas muito se assemelha ao uso atual, mostrando que o momento histórico estudado revela um período de apropriação da língua enquanto um elemento constitutivo e distintivo de uma nação. Esta leitura torna-se uma excelente fonte de erudição e discernimento a todos que se interessam pela análise histórica da imprensa de Língua Portuguesa, buscando conhecer suas peculiaridades.
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