Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Contra os fatos não há argumento. Luiz Severiano Ribeiro tornou-se um dos maiores empresários brasileiros e o grande criador do ambiente nacional de magia proporcionado pela sala escura. Uma história emoldurada por motivos art nouveau e nascida no tempo em que o gongo tocava três vezes antes de se apagarem as luzes do grande salão. Uma trajetória contada pelo jornalista Toninho Vaz — autor da biografia de Paulo Leminski, O bandido que sabia latim — em O REI DO CINEMA. Toninho resgata, aqui, a história de uma família organizada em torno do ideal de Luiz Severiano Ribeiro, o pioneiro, o Imperador dos cinemas, o Rei. Uma história com o glamour dos anos dourados, o charme das tardes dominicais na rua do Ouvidor, centro do Rio de Janeiro, ou dos cafés elegantes em Fortaleza, que reuniam a juventude literária dos anos 1930 a 1950.Uma história de abundância, não de sucesso. Abundância no sentido amplo, que vem de todos e retorna para todos. Não do sucesso que se encastela em apenas um personagem. Severiano Ribeiro era um investidor. O dinheiro que entrava como lucro devia ser canalizado para novos investimentos, provocando um efeito multiplicador. Assim, antes de completar 40 anos, Ribeiro já comandava a maior cadeia de cinemas do Brasil, com salas de exibição em vários estados. Do início da saga dos Severiano Ribeiro com o médico de Baturité — no tempo que cinema ainda era uma experiência rudimentar — até os dias de hoje, com a adequação do sistema multiplex às salas coletivas de shopping centers, Toninho traça a trajetória do Brasil moderno. O REI DO CINEMA é um trailer bem montado sobre nossa história vista pela evolução de nosso mercado cinematográfico.
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