Como criar um ambiente de leitura em casa que convide (em vez de afastar)
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Em O que não tem nome , a poeta e dramaturga colombiana Piedad Bonnett narra com uma honestidade contundente o suicídio de seu filho. Diagnosticado com esquizofrenia, Daniel batalhou por anos contra a depressão e a paranoia, consequências da doença e da dificuldade de nomeá-la. O relato autobiográfico tem início no apartamento de Daniel em Nova York – cidade onde cursava o mestrado –, poucas horas depois de sua morte. Com linguagem sóbria e delicada, a autora relata as batalhas do filho, o estupor do luto, as formalidades ligadas à perda e, acima de tudo, a luta desigual de um jovem contra a loucura.
Piedad Bonnett (Amalfi, Colômbia, 1951) é formada em filosofia e literatura pela Universidad de los Andes e mestra em teoria da arte e arquitetura pela Universidad Nacional de Colombia. Publicou nove livros de poemas e é autora de seis peças de teatro, além dos romances Después de todo, Para otros es el cielo, Siempre fue invierno, El prestigio de la belleza, Donde nadie me espere e Qué hacer con estos pedazos, e O que não tem nome, incluído em 2016 pela Babelia entre os cem melhores livros dos últimos vinte e cinco anos. Ganhou o Prêmio Nacional de Poesia concedido pelo Instituto Colombiano de Cultura, o Prêmio Casa de América de Poesia Americana, o Prêmio Víctor Sandoval, o Prêmio José Lezama Lima da Casa de las Américas, e o Prêmio Geração de 27.
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
Para entender o Brasil de hoje, é preciso conhecer o Brasil de ontem. Uma seleção dos livros de história que mais iluminam nossas raízes, contradições e possibilidades.
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Para escolas, universidades, autores e editoras