Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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A ESCURIDÃO CORRIA NAS VEIAS DELE. O PODER SANGRAVA DOS OSSOS DELA. A batalha em Sharr acabou. A floresta de Arz desapareceu. Altair até pode ter sido capturado, mas Zafira, Nasir e Kifah estão a caminho da Fortaleza do Sultão, determinados a concluir o plano que o general começou: restaurar os corações das Irmãs da Antiguidade aos minaretes de cada califado e finalmente devolver a magia ao reino de Arawiya. Mas os recursos e os aliados são poucos, e o reino está tomado pelo medo do retorno do Leão da Noite. Enquanto a zuma trama para derrotar a ameaça mais sombria de Arawiya, Nasir luta para controlar a magia em seu sangue. Ele tem que aprender a aperfeiçoar seu poder, a brandi-lo não apenas contra o Leão, mas também contra o pai, à mercê do controle do Leão. Zafira enfrenta uma escuridão bem diferente, que fermenta dentro dela por meio de seu laço com o Jawarat. As vozes do livro murmuram, levando-a ao limite de sua sanidade e à beira de um caos que ela não ousa desencadear. Apesar de tudo, Zafira e Nasir encontram um amor que não suportariam perder… Mas o tempo é curto, e para restaurar a ordem, sacrifícios drásticos terão que ser feitos. Primoroso e marcante, otimista e devastador, O Príncipe da Morte é a conclusão magistral da duologia As Dunas de Arawiya, escrita por Hafsah Faizal, autora best-seller do New York Times.
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