12 livros que todo empreendedor deveria ter lido ontem
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Autor de um dos blogs de política mais influentes da web, com uma média de 140 mil acessos por dia, Reinaldo Azevedo, um dos mais polêmicos comentaristas da cena pública brasileira, apresenta aos leitores uma nova reunião de artigos e ensaios publicados entre 2009 e 2012 em seu blog na Veja Online e na revista impressa. Depois do notável sucesso de O país dos petralhas (2008), o jornalista — criador da expressão petralha para designar, com fina ironia, os petistas do governo — traz novamente neste O país dos petralhas II – O inimigo agora é o mesmo, seus textos ácidos e implacáveis, que refletem as contradições do país e falam tanto de cultura quanto política, economia e religião. De leitura fluente, este novo volume consiste na melhor radiografia do país do mensalão — retrato incontornável de um período em que as instituições da República e os valores da democracia representativa, no mesmo ritmo, mas em direção oposta ao do crescimento econômico nacional, regrediram. Ao mesmo tempo rigorosos e dinâmicos; polêmicos (irônicos) e esclarecedores; provocativos e reflexivos, os textos aqui reunidos abordam criticamente — valendo-se de um olhar que foge ao senso comum e que investe no livre debate de ideias, no exercício fundamental da divergência, no prazer da discordância — as principais questões brasileiras (e mundiais) deste início de século XXI. E destrincham, por meio de uma prosa de rara precisão, a composição do que a história um dia definirá como “era”. Temas como aborto, homossexualismo, religião, o poder de Lula, o governo Dilma e o PT, Bolsa Família, “Comissão da Verdade”, segurança pública, racismo e cotas raciais, ambientalismo e código florestal, “marcha da maconha” e descriminação das drogas, Obama e os Estados Unidos, Israel, Palestina e a “Primavera Árabe”, entre outros vários assuntos, aqui são interpretados, articulados e costurados por Reinaldo Azevedo sempre de modo a defender, incondicionalmente, a Constituição, as instituições republicanas, os direitos fundamentais do indivíduo, a democracia representativa e, portanto e acima de tudo, a liberdade.
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