Por que alunos que leem mais vão melhor em todas as matérias
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Este livro é muito diferente das outras obras de poesia que você conhece. Todo rimado, ele conta a história de outro livro: o que não queria nem ouvir falar em poesia, muito menos em rimas. A segunda parte apresenta elementos da poética, como o ritmo, a métrica, a aliteração, o haicai etc. Este livro, inteirinho em versos rimados, conta a história de um outro livro, que não quer saber de rimas nem de poesia de nenhum tipo. Mesmo assim, as rimas insistem em aparecer o tempo todo, com o objetivo de tomar o espaço das páginas com o ritmo de seus poemas. O fim da história, em que a poesia rimada e o livro se encontram e se defrontam, é surpreendente e completamente original. Na segunda parte de O livro que não queria saber de rimas, os pequenos leitores poderão conhecer vários recursos que possibilitam escrever sua própria poesia, como o ritmo, a métrica, a divisão em estrofes e o aspecto gráfico, o poema em imagens, a aliteração, o haicai, o cordel etc. *Escolhido um dos 10 livros infantojuvenis do ano em 2016 pelo blogue Era Outra Vez, da Folha de S.Paulo. *
Foi o editor do Círculo do Livro, maior clube de livro do Brasil, e dirigiu a redação do site brasileiro infantojuvenil da Encyclopaedia Britannica. Idealizou e organiza para o selo Seguinte, da Companhia das Letras, a Coleção Germinal, de clássicos de fundo histórico e social adaptados para a escola. Traduziu peças de William Shakespeare em linguagem atual para a editora Objetiva, na Coleção Shakespeare, que recebeu a distinção de Altamente Recomendável da Fundação Nacional Infantil e Juvenil (FNLIJ). Também para a Objetiva escreveu Antônio: o santo do amor, considerado “quase uma história do cotidiano e das mentalidades da Europa” do período de vida do santo pela Folha de S.Paulo, que lhe deu a cotação “ótimo”. É ainda autor de O livro que não queria saber de rimas, da Companhia das Letrinhas, considerado um dos 10 livros infantojuvenis do ano em 2016 pelo blogue Era Outra Vez, da Folhinha. Fernando foi roqueiro, e cursou jornalismo e letras na Universidade de São Paulo, história da arte em Florença e mitologia na Grécia. Mora em São Paulo e se dedica à literatura e à música.
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