Como criar um clube de leitura na escola (e por que isso muda tudo)
Clubes de leitura escolares aumentam o engajamento, reduzem o abandono da leitura e criam laços entre alunos. Um guia prático para professores que querem montar o seu.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Em O impossível é apenas o começo, Silvano Raia narra sua trajetória como pioneiro da cirurgia do fígado no Brasil. Da formação com Edmundo Vasconcelos à criação da Unidade de Fígado do Hospital das Clínicas da USP, realizou dois marcos históricos: em 1985, o primeiro transplante de fígado com doador falecido na América Latina, e, em 1988, o primeiro transplante intervivos desse órgão da literatura médica. Segundo a Global Observatory on Donation and Transplantation, apenas entre os anos 2000 e 2024, mais de 105 mil pacientes foram salvos por essa técnica, especialmente em países onde restrições religiosas vetam transplantes com doadores falecidos por morte cerebral. Aos 95 anos, Silvano Raia se dedica ao desenvolvimento do xenotransplante no Brasil, com o objetivo de eliminar as listas de espera para transplante. A obra também revela o homem por trás do médico, com relatos afetivos sobre infância, música, paixões, casamentos, filhas e netos. Um testemunho de visão, coragem e humanidade de quem prova que o impossível pode, sim, ser apenas o começo.
SILVANO RAIA Nasceu em 1930, formou-se em medicina na Universidade de São Paulo, da qual é Professor Emérito, e obteve o título de PhD pela Universidade de Londres. Dedicou toda sua carreira à cirurgia do fígado.
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Clubes de leitura escolares aumentam o engajamento, reduzem o abandono da leitura e criam laços entre alunos. Um guia prático para professores que querem montar o seu.
Algoritmos de recomendação, chatbots literários, resumos automáticos, a IA está mudando a relação das pessoas com os livros. O que muda para bem, o que preocupa e o que vem a seguir.
A guerra entre o papel e a tela não tem um vencedor único, depende do leitor e do contexto. Conheça os prós e contras de cada formato e como tirar o melhor dos dois.
Para escolas, universidades, autores e editoras