Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Homem-Cão
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No sétimo volume da série O Homem-Cão, escrita e ilustrada pelo mesmo criador do Capitão Cueca, nosso herói precisa enfrentar novos medos e um cientista maluco! Isso tudo inspirado no clássico Por quem os sinos dobram , de Ernest Hemingway. Quando o oficial Rocha e seu cachorro Greg sofreram um acidente, o único jeito de os dois sobreviverem era fundindo a cabeça do cão com o corpo do policial — e foi assim que nasceu o Homem-Cão, o maior protetor da cidade! Ao lado dos Superamigos Pepezinho, Formigão, do Chefe e do não tão miauvado gato Pepê, nosso herói precisa enfrentar muitos obstáculos para derrotar os maiores vilões da cidade. Desta vez, os Superamigos estão se esforçando para que o Homem-Cão mude alguns péssimos hábitos. E quando nosso herói, que antes era obcecado por bolas, passa a ter muito medo delas, ele acaba se tornando alvo de um vilão (nem tão) novo! Enquanto isso, Pepê finalmente é solto da Prisão dos Gatos para começar uma vida nova com Pepezinho. Até que seu pai aparece e… nosso amigo felino precisa encarar o passado para lutar por quem realmente importa e salvar o Homem-Cão de mais uma enrascada.
DAV PILKEY nasceu em 1966, nos Estados Unidos. Enquanto a maioria das crianças preferia brincar na rua, Pilkey costumava ficar em casa, desenhando animais, monstros e super-heróis. Iniciou sua carreira de escritor com World War Won (Landmark Editions, 1987), e não parou mais de escrever e ilustrar. É o criador das séries Capitão Cueca, Bebê Fraldinha e Homem-Cão. Hoje vive em Washington com sua esposa e seus animais de estimação.
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