Os melhores livros de psicologia para entender a mente humana
Psicologia não é só para profissionais da área. Os melhores livros do gênero revelam como pensamos, decidimos e nos relacionamos, e por que fazemos coisas que nem sabemos explicar.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
O corpo vulnerado reúne ensaios de Maria Angélica Melendi, um dos principais nomes da reflexão teórica e crítica das artes visuais latino-americanas. No livro, a acadêmica e pesquisadora aborda a produção artística na América do Sul que coloca o corpo em evidência, seja mostrando sua face vulnerada por violências e opressões históricas, seja como resistência, força de invenção ou fabulação. Organizado por Eduardo de Jesus, o conjunto abarca as radicais performances de Las Yeguas del Apocalipsis, os bordados de Arthur Bispo, Feliciano Centurión e Leonilson, a relação de Oiticica com os marginais e as cidades expressos em suas obras, as questões políticas do feminino em obras de Anna Bella Geiger, Lygia Pape e Lygia Clark no contexto da ditadura militar no Brasil, a obra-instalação #rioutópico de Rosangela Rennó, a obra de Paulo Nazareth, entre outros. Ao “pensar o Sul como um estado de corpo”, em vez de um “estado de espírito”, a autora apresenta uma visão densa e instigante das relações contemporâneas entre arte e política. Trechos “‘Vulnus’, do latim, significa ferida, mas também uma ofensa capaz de desestabilizar princípios ou normas. Por isso podemos pensar em corpos feridos, mas também em corpos que estão sempre à beira do colapso, instáveis, desassossegados, interrompidos, fragmentados: sempre à procura de espelhos onde se refletir, mas sempre, também, encontrando-os despedaçados. O corpo vulnerado é o corpo de quem já nasceu sendo arrastado e arrastando exílios.” “Com essas menções, quero trazer para o presente do corpo as memórias de outros tempos e fundi-las com as destes: memórias minhas, alheias, apreendidas, roubadas ou inventadas... Memórias que estão marcadas no corpo como cicatrizes abertas. Feridas que muitas vezes não recebemos, mas que, de alguma maneira, nos lastimam. Nossos corpos ao Sul sabem disso e, mesmo que muitos o esqueçam ou o neguem, a carne e o sangue lembram.” Sobre a autora Maria Angélica Melendi nasceu em Buenos Aires, Argentina. Vive e trabalha no Brasil desde 1975. É Doutora em Literatura Comparada pela Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (1994-1999). Entre 1986 e 2015 foi professora da Universidade do Estado de Minas Gerais (Escola Guignard) e do Departamento de Artes Plásticas da Escola de Belas Artes da UFMG. Atuou como pesquisadora nas Exposições Mulheres Radicais (Hammer Museum-Los Angeles; Brooklyn Museum-Nova Iorque; Pinacoteca de São Paulo) e Giro Gráfico (Museu Reina Sofia-Madri; MUAC-UNAM-Cidade do México). É coordenadora do Grupo de pesquisa Estratégias da Arte na Era das Catástrofes. Nos últimos anos investiga as relações entre arte visual, literatura e política na América Latina, com ênfase nas estratégias da memória, assunto sobre o qual tem publicado artigos em livros, jornais e revistas acadêmicas. Entre suas publicações destacam-se os livros: Estratégias da arte numa era de catástrofes, Editora Cobogó, 2017; Imagen, memoria y archivo em Rosângela Rennó, Editora Brasiliana, 2024; e agora O corpo vulnerado, Editora Cobogó.
Maria Angélica Melendi nasceu em Buenos Aires, Argentina. Vive e trabalha no Brasil desde 1975. É Doutora em Literatura Comparada pela Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (1994-1999). Entre 1986 e 2015 foi professora da Universidade do Estado de Minas Gerais (Escola Guignard) e do Departamento de Artes Plásticas da Escola de Belas Artes da UFMG. Atuou como pesquisadora nas Exposições Mulheres Radicais (Hammer Museum-Los Angeles; Brooklyn Museum-Nova Iorque; Pinacoteca de São Paulo) e Giro Gráfico (Museu Reina Sofia-Madri; MUAC-UNAM-Cidade do México). É coordenadora do Grupo de pesquisa Estratégias da Arte na Era das Catástrofes. Nos últimos anos investiga as relações entre arte visual, literatura e política na América Latina, com ênfase nas estratégias da memória, assunto sobre o qual tem publicado artigos em livros, jornais e revistas acadêmicas.
Outros livros de Maria Angelica Melendi
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Psicologia não é só para profissionais da área. Os melhores livros do gênero revelam como pensamos, decidimos e nos relacionamos, e por que fazemos coisas que nem sabemos explicar.
Não importa se você tem 20 ou 2.000 livros, uma biblioteca bem organizada transforma a relação com a leitura. Veja métodos de organização que funcionam de verdade.
CEOs leem em média 60 livros por ano. Coincidência? A leitura desenvolve habilidades que nenhum curso online consegue: pensamento crítico, empatia e comunicação.
Para escolas, universidades, autores e editoras