Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
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“Tudo está subvertido, absolutamente tudo. Se confias em tua mente, a mente que recebeste deste mundo, estás perdido. Tudo foi prolixamente alterado, a verdade foi subtraída com muita paciência e obstinação. Enquanto pensares algo por ti mesmo, estarás perdido, aí estará a brecha que Satanás aproveitará para levar-te ao inferno. Seja qual for o princípio deste mundo que aceitares, estarás perdido, porque o sistema de confusão é total, o sistema de erros é total, o sistema de mentiras é total. Não há nada que se tenha salvado. Em outras épocas ficava algo ileso. Agora, nada.” Com essas palavras, o Frei Petit de Murat, O.P., pretende realizar uma profunda investigação do que é verdadeiramente o amor, e como este sentimento tem sido pervertido pela mentalidade moderna. Apoiado no Magistério da Santa Igreja, o autor realiza uma exposição acerca do que é o bom amor, tendo como modelo o exemplo de São José e da Virgem Santíssima, alicerces da Sagrada Família. É uma obra fundamental para a orientação da juventude e, por isso, vem sendo cada vez mais buscada por essa porção dos fiéis católicos que almejam verdadeiramente amar ao próximo como a si mesmos.
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