Literatura brasileira: os clássicos que todo leitor deveria conhecer
A literatura brasileira produziu obras extraordinárias que dialogam com o melhor da literatura mundial. Um guia pelos clássicos essenciais, do Romantismo ao Modernismo.
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Quando o Ritz se torna o local favorito dos nazistas, um barman judeu não tem escolha senão continuar trabalhando. O que ninguém sabe é que, além de fazer coquetéis, ele também ajuda famílias judias a fugir. Baseado em uma história real e best-seller na França, O barman do Ritz de Paris , de Philippe Collin, é o grande romance sobre a Ocupação alemã. Paris, 1940. Apesar da Ocupação nazista, o ilustre hotel Ritz consegue permanecer aberto. O bar do hotel logo passa a ser frequentado pela alta patente militar alemã, que busca experimentar ali o famoso refinamento francês. Frank Meier, o barman mais célebre do Ritz, precisa então se adaptar à nova clientela e manter em segredo algo que ninguém jamais pode descobrir: ele é judeu. Frank se sente mais sufocado a cada palavra e sorriso que oferece. Ainda assim, o barman de origem austríaca, que lutou pela França na Primeira Guerra, se recusa a fugir. Frank ouve e age discretamente, fornecendo documentos falsos a outros judeus e contribuindo — inclusive de forma involuntária — para atividades conspiratórias. Afinal, quem desconfiaria de um barman? Traições, mentiras e incertezas tornam a posição de Frank mais arriscada, mas ele está sempre um passo à frente do destino. Com uma narrativa fascinante, O barman do Ritz de Paris traz uma perspectiva inusitada da Ocupação nazista na França, expondo os privilégios da alta sociedade francesa, além de nos colocar o dilema de Frank Meier: qual seria a dose perfeita entre a resignação, que o mantém vivo, e a coragem, que lhe dá motivo para viver? “Com seu indiscutível talento de contar histórias, Philippe Collin nos faz embarcar no cotidiano de um teatro de máscaras.” – Le Figaro “Este livro narra a França ocupada e é brilhante.” ? Le Parisien “Apaixonado e didático, Philippe Collin se destaca na arte de recriar o passado.” — Le Monde “A incrível história de um barman judeu do Ritz que servia clientes nazistas.” ? Le Parisien “Ao misturar na coqueteleira seu conhecimento do período e seu gosto pela psicologia, diluídos em uma narrativa habilmente construída, Philippe Collin cria um coquetel embriagante.” — L’Express “Philippe Collin é um contador de histórias magnífico. Este romance fascina a cada reviravolta.” — Elle “Um personagem fascinante…” ? La Grande Librairie
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