Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
O que há de novo nas 'novas' políticas sociais brasileiras? Nas duas últimas décadas, a América Latina, e mais especificamente o Brasil, têm sido considerados como um “laboratório” de políticas sociais, a meio caminho entre segurança social e reconhecimento dos direitos, onde um significativo contingente feminino tem sido mobilizado para a concretização dos serviços. A partir do estudo de caso da região metropolitana de São Paulo, os temas abordados visam compreender o lugar da mulher em um conjunto de transformações da sociedade brasileira após a abertura democrática, como as reconfigurações familiares e a transição demográfica, o aumento da atividade feminina e as polarizações do mercado de trabalho. Quais as relações de gênero, de classe e de raça tecidas entre o Estado, em seus diversos níveis, o mercado, a “sociedade civil”, e a população? Quais as formas de mediação e conflito entre os sujeitos e atores das políticas sociais e outras instâncias de ordenamento? Este livro analisa como a democracia se concretiza “por baixo”, e as formas de expressão nas relações sociais de gênero no país. No cruzamento das teorias da “feminilização da pobreza” por um lado, e do empoderamento das mulheres por meio das políticas, pelo outro, quais são os papéis desempenhados pelas mulheres enquanto trabalhadoras sociais, bem como enquanto 'beneficiárias'?
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Todo leitor passa por períodos de seca. A diferença está em como você volta. Estratégias testadas para sair do bloqueio literário e reencontrar o prazer de ler.
Em um mundo de algoritmos e vídeos infinitos, criar um filho leitor parece missão impossível. Mas há estratégias simples e comprovadas para fazer os livros competirem, e ganharem.
Para escolas, universidades, autores e editoras