Por que reler um livro é sempre uma experiência diferente
Reler um livro que você amou parece perda de tempo quando há tanto ainda para ler. Mas a releitura revela camadas que a primeira passagem não alcança, e diz algo sobre quem você se tornou.
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Nesta coletânea, uma série de textos de pesquisadores e especialistas traça um panorama atualizado e detalhado do cinema brasileiro. Neste primeiro volume, o cinema nacional é analisado desde a década de 1910, passando por cinema mudo, o início do cinema sonoro, a chanchada e o cinema independente carioca dos anos 1930 a 1950 e a função educativa do cinema no governo de Getúlio Vargas, concluindo com um ensaio sobre a Companhia Cinematográfica Vera Cruz, importante estúdio cinematográfico brasileiro na década de 1950.
É professor titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coorde- nador do Centro de Pesquisas em Cinema Documentário da mesma universidade (Cepecidoc). Foi presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Au- diovisual (Socine) e atuou como professor convidado nas instituições estrangeiras Université Sorbonne Nouvelle, New York University, University of California (Los Angeles), Université de Montréal e University of Chicago. Na década de 1980, publi- cou Cinema marginal (1968-1973): a representação em seu limite e a primeira edição de História do cinema brasileiro. Nos anos 2000, organizou a obra Enciclopédia do cinema brasileiro e Teoria contemporânea do cinema I e II. Mais recentemente, escreveu Mas afinal... o que é mesmo documentário? (2008) e A imagem câmera (2012).
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