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Literatura Brasileira

NinguéM Morreu Naquele Outono

1ª Edição - 202486 páginasTelaranhapt
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Sinopse

Neste livro de estreia, a poesia de Manoella Valadares assume seu devir-medusa, na medida em que, como uma água-viva, flutua pelas, às vezes, densas águas do cotidiano. Por esse fluxo, o título emerge em um lugar ambíguo entre a afirmação e a interrogação — a certeza de que ninguém morreu se confunde com a dúvida sobre uma possível morte, ainda não enunciada. Isso não quer dizer, no entanto, que os poemas, em seu conjunto, narrem uma história calcada nessa dualidade. Na realidade, eles mobilizam uma certa teatralidade que elenca e justapõe cenas turvas, quase submarinas, anfíbias, de modo que “Ninguém morreu naquele outono”, tomado em sua totalidade, funcione como um festival de pequenas peças que dialogam sem que uma explique ou elucide a outra. Por essas águas, sempre que algo é dito, em outro movimento, algo se perde; eis aí o nado ondulatório da medusa.

Detalhes do livro

Título
NinguéM Morreu Naquele Outono
Autor
Manoella Valadares
Editora
Telaranha
Ano
2026
Páginas
86 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9786585830072
Edição
1ª Edição - 2024
Formato
Brochura

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