Leitura e saúde mental: como os livros podem ajudar no seu bem-estar
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Num Rio de Janeiro sitiado pela violência e a corrupção, do ventre do povo pobre, nasce Ninguém, que se junta a Maisum, Esperança, Benvindo. Os quatro órfãos representam a face mais cruel da civilização contemporânea, marcada pela desigualdade social, a discriminação, o preconceito, a intolerância e o individualismo. Abandonado desde cedo pela tragédia habitual nos morros cariocas, o menino negro se transforma no símbolo do combate contra as mazelas do sistema, liderado por forças desconhecidas à compreensão humana. Luiz Carlos Freitas reside em Pelotas, RS. É romancista, jornalista, cronista e contista. Colunista político do centenário “Diário Popular”, concluiu o primeiro romance aos 17. Neto de imigrantes portugueses, começou a trabalhar aos dez, e exerceu diversas profissões antes de chegar ao jornalismo. Autor emergente da literatura contemporânea brasileira, já publicou nove títulos. Suas obras contêm forte conteúdo popular e são repletas de personagens marginalizados, com ênfase na redenção dos humilhados e dos oprimidos. Para o autor, o escritor deve tentar ser um agente de mudanças, buscando um mundo mais solidário e socialmente justo.
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