Os melhores livros sobre feminismo para todos os níveis de leitura
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Uma Viagem AtravéS do ImpéRio Perdido de Portugal
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Uma viagem magnífica e hipnotizante que atravessa presente e passado da língua portuguesa no Brasil e no mundo. Os portugueses fundaram o primeiro império ultramarino — que, de fato, também acabou sendo o último, já que o domínio colonial só colapsou com a Revolução dos Cravos em 1974. Tornou-se o protótipo de outros sistemas coloniais, deixando um legado — para dizer o mínimo — ambivalente. Em alguns países e territórios visitados por Erika Fatland, a era e a influência portuguesas pertencem a um passado distante, com apenas vestígios tênues deste primeiro contato com europeus. Em outros lugares o período, com sua brutalidade e exploração, ainda é vividamente lembrado por testemunhas do tempo, e onde a guerra civil e os conflitos atuais são consequências tangíveis do domínio colonial. A bordo de navios mercantes, seguindo os passos daqueles pioneiros que navegaram rumo ao sul abrindo rotas comerciais com o Oriente, a autora revisita acontecimentos e países, acompanhando as marcas e cicatrizes de um império perdido. De minúsculas ilhotas do Atlântico ao Cabo da Boa Esperança, de Angola a Timor-Leste, passando pelas florestas tropicais da Amazônia e pelas metrópoles brasileiras, a autora chega até o Japão, o mais oriental dos portos portugueses. O que essa história pode nos revelar sobre o nascimento e a desagregação dos impérios e sobre o mundo interconectado em que vivemos? Erika Fatland compõe um mosaico formado pela História, conduzindo o leitor por uma jornada eletrizante através daquele que é o maior legado das navegações lusitanas: a nossa língua portuguesa. “Uma exploradora e antropóloga de nível mundial… Incansável, destemida, intrépida e excêntrica.” Morgenbladet “ A autora norueguesa viajou em busca de uma questão crucial: quais são as consequências da era colonial? O resultado é extraordinário .” Berlingske Tidende
Erika Fatland nasceu em 1983 em Haugesund, Noruega. É mestre em antropologia social pelas universidades de Oslo e Copenhague. Alcançou reconhecimento internacional com Sovietistão (2015), uma jornada pela história, geografia e sociedades contemporâneas das ex-repúblicas soviéticas da Ásia Central. Mora em Oslo.
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