Os melhores livros sobre dinheiro, economia e finanças pessoais
Educação financeira deveria ser matéria escolar. Como não é, estes livros fazem o trabalho, do básico ao avançado, do orçamento doméstico ao mercado global.
ProvocaçõEs FilosóFicas
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Sensibilidade e vida. A presente obra provoca a curiosidade e aborda questionamentos comuns ao humano contemporâneo. Construído com pensatas filosóficas sobre temas presentes no cotidiano da vida, este livro aguça os sentidos e induz à tomada de atitude positiva no desejo de se encontrar a cada dia.
Mario Sergio Cortella, nascido em Londrina/PR em 05/03/1954, filósofo e escritor, com mestrado e doutorado em Educação, professor-titular da PUC-SP (na qual atuou por 35 anos, 1977/2012), com docência e pesquisa na Pós-Graduação em Educação: Currículo (1997/2012) e no Departamento de Teologia e Ciências da Religião (1977/2007); é professor-convidado da Fundação Dom Cabral (desde 1997) e ensinou no GVpec da FGV-SP (1998/2010). Foi secretário municipal de Educação de São Paulo (1991-1992). É autor de mais de 35 livros com edições no Brasil e no exterior, entre eles, pela Vozes, Não nascemos prontos!; Não se desespere!; Filosofia e Ensino Médio: Certos porquês, alguns senões, uma proposta; Filosofia e Ensino Médio: Uma proposta (livro do aluno); Pensar bem nos faz bem! (4 volumes); Felicidade foi-se embora (com Frei Betto e Leonardo Boff); Qual é a tua obra?: inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética; Nós e a escola: agonias e alegrias e Filosofia: E nós com isso?
Outros livros de Mario Sergio Cortella
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Educação financeira deveria ser matéria escolar. Como não é, estes livros fazem o trabalho, do básico ao avançado, do orçamento doméstico ao mercado global.
A guerra entre o papel e a tela não tem um vencedor único, depende do leitor e do contexto. Conheça os prós e contras de cada formato e como tirar o melhor dos dois.
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Para escolas, universidades, autores e editoras