Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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MUSEU DA REVOLUÇÃO, romance do moçambicano João Paulo Borges Coelho, é o protagonista é uma nação: Moçambique. Nessa obra de ficção, João Paulo Borges Coelho nos mostra personagens diversos que participam da história de Moçambique desde os tempos da luta de libertação pela independência no século XX. Nesse retrato contemporâneo do país africano da África Austral, o leitor não só é convidado a participar de uma viagem no tempo, mas também a fazer um percurso geográfico por vários outros países que se relacionam com Moçambique de diversas formas. É o quarto livro de João Paulo Borges Coelho que a Kapulana publica no Brasil.
O escritor moçambicano JOÃO PAULO BORGES COELHO é historiador e professor titular de História Contemporânea na Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, Moçambique. Publica obras de ficção desde 2003. Os seus romances, contos e novelas estão publicados em Moçambique, Portugal, Itália, Colômbia e agora no Brasil. Vários de seus livros foram premiados como As visitas do Dr. Valdez, Crónica da Rua 513.2, O olho de Hertzog e Ponta Gea. É autor de vasta obra publicada desde 1981. A editora Kapulana é a editora responsável por publicar seus livros no Brasil Já publicou 4 livros do autor no Brasil: As visitas do Dr. Valdez, Crônica da Rua 513.2, Quatro histórias e Museu da Revolução.
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