Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Mulheres que sentem os espíritos, de Bruna Lombardi, acompanha a travessia de uma mulher diante da perda, entre memória, identidade e herança espiritual. Com orelha de Djamila Ribeiro, a obra mergulha na experiência do luto sob a perspectiva da mulher contemporânea. Após a morte da mãe, Lorena se vê obrigada a revisitar a própria história, marcada por ausências, relações frágeis e um persistente sentimento de inadequação. Criada por Laura, uma mãe solo de origem grega que sustentava a casa com sessões espirituais, ela sempre recusou o misticismo que a cercava. Entre as ruínas de um casamento fracassado e uma vida errante, Lorena encontra um ponto de ancoragem em Dora — mulher negra que trabalhou em sua casa desde jovem e se tornou sua irmã de criação. Unidas pela perda e por crises pessoais, as duas embarcam para a Grécia em busca de elaborar o luto da figura materna que moldou suas vidas. Nesse percurso, Lorena se depara com aquilo que mais tentou negar: o legado espiritual da mãe pulsa em si. À medida que passado e presente se entrelaçam, ela precisará decidir se rejeita ou acolhe o dom de “sentir os espíritos”. Mulheres que sentem os espíritos é um romance sobre o peso e a permanência das heranças invisíveis e sobre o que significa, afinal, continuar.
Outros livros de Bruna Lombardi
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
A filosofia parece intimidadora, mas suas perguntas são as mais humanas que existem. Uma seleção de livros que tornam o pensamento filosófico acessível, relevante e fascinante.
O aluno que lê por obrigação raramente vira leitor. Mas há formas de apresentar a leitura escolar que mudam essa equação. Veja o que a pesquisa diz e como professores estão fazendo diferente.
Para escolas, universidades, autores e editoras