Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Nossa poeta Claudia Stoduto consegue nos transportar para dentro de seus poemas. Faz-nos vivenciar, em cada estrofe, em cada emoção, sensações de bem-estar e de sonhos. Ela é esplendor, é brilho, é sedução, é amor, é sonho e ilusão! E todos esses atributos são colocados, de forma delicada, em cada verso, numa leitura leve e transparente, que absorvemos palavra por palavra! Rosália Maria de Felippe Stoduto Gibran Khalil Gibran, numa carta a Mary Haskell, escreveu: “Poetas não são aqueles que escrevem poemas, mas aqueles que têm o coração cheio desse espírito sagrado”. Claudia é isso, inspiração, que jorra e transborda, emoção expressa em versos e rimas… pura poesia. Ela é movimento, força, energia, coragem, vida que pulsa em tudo o que faz. Gratidão sempre, por nos brindar com a paz e a ternura de quem ama viver. Marly Pernes e Ceres Habib
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