Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Vesta Gul fez o que pôde para viver dias de calmaria. Exausta e abatida após ter acompanhado a agonia final de seu marido, vítima de um câncer, ela decide encerrar o período de sofrimento com uma mudança de ares. Para isso, vende a residência do casal e passa a viver em uma cabana à beira de um lago. O cotidiano pacato é interrompido abruptamente quando ela encontra um bilhete revelando a morte de uma garota chamada Magda. Embora não conheça ninguém com esse nome, ela não consegue evitar as perguntas óbvias. Quem foi Magda? Por que, e por quem, foi assassinada? Foi mesmo um assassinato, ou ela morreu por acidente? Por que seu corpo foi abandonado? Como é possível que ninguém tenha percebido seu desaparecimento? O mistério de Magda lançará Vesta em uma jornada investigativa, na qual ela irá se guiar pelo conhecimento acumulado de romances policiais e filmes baseados em obras de Agatha Christie. Todavia, enquanto ela tenta recriar a vida e os passos de uma Magda hipotética, as fronteiras entre ficção e realidade começam a ruir, trazendo à tona os fantasmas e enigmas da própria Vesta. Tão imprevisível quanto sua protagonista, este romance de Ottessa Moshfegh apresenta uma rara combinação de suspense, comédia e horror. Morte em suas mãos é uma história também sobre identidade, e sobre as histórias que contamos a nós mesmos para suportar o mundo.
Ottessa Moshfegh nasceu em Boston, em 1981, filha de mãe croata e pai iraniano. Dela, a Todavia publicou Meu nome era Eileen e Meu ano de descanso e relaxamento.
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