Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Em três décadas de arquitetura, Gui Mattos evoluiu como poucos profissionais do setor. Na praia de Camburi, onde morou na juventude, ele surfava de manhã e construía casas de madeira à tarde. O cutback veio com o retorno para São Paulo, onde nasceu: instalou-se na capital e passou a criar ambientes contemporâneos. Nos últimos 15 anos, ele silenciosamente atingiu a maturidade profissional associando a essência de seus mestres: uniu a tectônica do baiano Zanine Caldas a luz, percursos e texturas do mexicano Ricardo Legorreta.
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