Como criar um clube de leitura na escola (e por que isso muda tudo)
Clubes de leitura escolares aumentam o engajamento, reduzem o abandono da leitura e criam laços entre alunos. Um guia prático para professores que querem montar o seu.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Neste livro, Alfredo Eidelsztein, psicanalista argentino que há mais de trinta anos se dedica a transmissão da psicanálise em cursos de pós-graduação e seminários em universidades e sociedades científicas – não apenas na Argentina, mas em vários países da América Latina, entre eles o Brasil – dedica-se minuciosamente à tarefa de apresentar ao leitor os mais importantes modelos, esquemas e grafos construídos por Lacan ao longo de seu ensino: o modelo óptico, os esquemas L, Z, R e I e o grafo do desejo. Mesmo o leitor ainda não familiarizado com esse recurso da teoria lacaniana não terá dificuldade para acompanhar um percurso cuidadosamente traçado de forma clara e generosa por Eidelsztein, que se preocupa não apenas em apresentar cada um dos modelos, esquemas e grafos, mas também em situar o contexto teórico em que aparecem, bem como as referências topológicas e matemáticas que os embasam. (…) Ao final, o leitor notará que se trata de um livro que vai além da ampla e generosa apresentação dos modelos, esquemas e grafos no ensino de Lacan – o que já seria suficiente para justificar o interesse pelo livro. Eidelsztein propõe seus próprios esquemas, dialoga com a teoria lacaniana, acrescenta suas próprias reflexões. Michele Roman Faria e Carina Rodriguez Sciutto
Outros livros de Alfredo Eidelsztein
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Clubes de leitura escolares aumentam o engajamento, reduzem o abandono da leitura e criam laços entre alunos. Um guia prático para professores que querem montar o seu.
A filosofia parece intimidadora, mas suas perguntas são as mais humanas que existem. Uma seleção de livros que tornam o pensamento filosófico acessível, relevante e fascinante.
O aluno que lê por obrigação raramente vira leitor. Mas há formas de apresentar a leitura escolar que mudam essa equação. Veja o que a pesquisa diz e como professores estão fazendo diferente.
Para escolas, universidades, autores e editoras