Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Assassinato em Quatro Atos
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O corpo de um organista chileno é encontrado em uma catedral armênia sob circunstâncias aterrorizantes, e a descoberta de uma série de outros assassinatos similares torna o caso ainda mais complexo. Todos os homicídios apresentam as mesmas características: tímpanos perfurados, trechos de Miserere, do compositor Gregorio Allegri, escritos com o sangue das vítimas e pegadas muito pequenas para serem de um adulto. O policial aposentado Lionel Kasdan une-se a Cédric Volokine, da Brigada de Proteção de Menores, em uma caçada ao culpado. Ao buscar uma ligação entre os casos, os dois começam a suspeitar de que as mortes tenham sido parte de um sombrio ritual, capaz de corromper até mesmo a pureza de uma criança. “Um labirinto que conduz ao coração do inferno.” - Le Figaro Magazine
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