Mangás e graphic novels: por onde começar e por que ler
Quadrinhos não são "coisa de criança". Mangás e graphic novels estão entre as formas narrativas mais inovadoras do século. Um guia para quem quer entrar nesse universo.
Edição Revista e Ampliada
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Ao rememorar momentos variados de seus mais de sessenta anos de carreira jornalística, Zuenir Ventura conta episódios emblemáticos de sua trajetória, dividindo com o leitor suas histórias com personagens como Nelson Rodrigues, Betinho, Hélio Pellegrino, Darcy Ribeiro e Glauber Rocha. Nas páginas de Minhas histórias dos outros desfilam momentos marcantes de um país que alterna depressão e euforia, desencanto e esperança. Zuenir Ventura traça um panorama que vai da ditadura militar à redemocratização, do atentado ao Riocentro à anistia, da revolução sexual à chegada da aids, dos anos dourados à explosão do narcotráfico. A trajetória de Mestre Zu, como é carinhosamente conhecido, começa na faculdade (entre professores como Manuel Bandeira, Alceu Amoroso Lima e Celso Cunha), continua nas redações de jornais, passa por Paris, Saint-Tropez, Cannes, Sintra, Lisboa, Viena e Havana, segue pelos labirintos das favelas cariocas e chega até a Amazônia, onde conhece Genésio Ferreira da Silva, testemunha-chave da morte do líder ambientalista Chico Mendes. Para impedir que o garoto fosse assassinado, Zuenir o acolheu em sua casa e o manteve sob sua tutela, dos treze aos vinte e um anos. Nesta nova edição, o leitor terá uma agradável surpresa: o final feliz dessa que foi a mais difícil das histórias de Zuenir. “Nas páginas autobiográficas de um dos mais elegantes e importantes jornalistas brasileiros a partir da segunda metade do século XX, você vai repassar histórias, fatos e personagens de alguns dos episódios marcantes das últimas quatro décadas no Brasil.” — Luiz Cláudio Cunha “É uma aula de bom jornalismo, só que útil para leigos que desconhecem o modo muitas vezes ocasional ou despretensioso como se produzem as melhores reportagens.” — Carla Rodrigues
ZUENIR VENTURA nasceu em 1931, em Minas Gerais. Desde 1963 trabalhou em diversos jornais e revistas, entre eles a Veja e o Jornal do Brasil e, desde os anos 1990, é colunista de O Globo. Recebeu inúmeros prêmios por suas reportagens e é autor de clássicos, como Cidade partida e 1968: O ano que não terminou. Em 2014, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.
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