Poesia para quem nunca entendeu poesia: um guia sem pretensão
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
O Jovem Transgressor no Cinema Brasileiro
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Quase trinta anos separam Pixote, a lei do mais fraco (1981) de Meu nome não é Johnny (2008). Os dois filmes delimitam a análise que o autor faz da representação pelo cinema brasileiro do jovem transgressor no mundo urbano contemporâneo. A transgressão, uma questão social em Pixote, transmuta-se em hedonismo inconsequente em Johnny. Tomando as duas obras como balizas, Ed Anderson analisa a presença do jovem transgressor em obras emblemáticas do cinema e da literatura mundial, bem como na produção cinematográfica brasileira; a análise do contexto social de produção e do espaço urbano inóspito de Pixote, a lei do mais fraco; a análise do hedonismo, da ambição e da juventude sem perspectivas de Meu nome não é Johnny.
Ed Anderson Mascarenhas é natural de Salvador, Bahia, e atualmente mora e trabalha em São Paulo. Dramaturgo, pesquisador e educador, atua com as juventudes no programa socioeducativo do Sesc Belenzinho. Mestre em Ciências Sociais/Antropologia (PUC-SP), pós-graduado em Crítica de Cinema (FAAP ), bacharel em Artes Cênicas (UFBA) e em Turismo (FETBa), pesquisador do CNPq com o projeto A dramaturgia baiana no teatro contemporâneo (UFBA). Autor de diversos artigos e textos teatrais como Os dois e aquele muro, publicado por meio do ProAc-SP 2011; Os homens feios, vencedor do prêmio de dramaturgia 2015 da Fundação Guilherme Cossoul (Portugal); Mulheres do Espelho, Prêmio Vertentes 2012 da Universidade Federal de Goiás.
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