Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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“Meu coração depositado em palavras” é mais do que seu primeiro livro; é um espelho de seus dias e de suas quedas. Nele, Nicolly se permitiu sentir, desabar e recomeçar. É seu grito de liberdade, sua prova de que o amor, mesmo quando machuca, ainda é a coisa mais bonita que se pode viver. Seu desejo é que, ao virar cada página, o leitor sinta um pouco dela — e que este livro abrace, conforte e lembre a cada um a importância de amar sem medo, viver sem pressa e sentir sem culpa.
Nicolly Kharoline Soares é poeta do interior de São Paulo e aprendeu, ao longo da vida, que até o silêncio carrega sentimentos. Aos 20 anos, costuma dizer que tem o jeito de “uma típica leonina”: intensa, impulsiva e com um coração enorme. Sempre viveu tudo de forma profunda demais — talvez por isso a escrita tenha se tornado seu abrigo. Foi por meio dela que encontrou respostas para o que doía e voz para o que não sabia dizer.
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