Os melhores livros de fantasia para entrar de cabeça em outro mundo
Da fantasia épica ao realismo mágico, o gênero tem algo para cada tipo de leitor. Uma seleção dos livros que mais transportam, encantam e viciam, do iniciante ao veterano.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
"Matar!" é um romance epistolar escrito sob forma de diário, nele Margarida Hellis registra a história de sua vida de forma a elucidar para o leitor os motivos de sua postura e de suas decisões. A autora, Chrysanthème, aparece na história como a destinatária do diário. Margarida deixa a cargo da jornalista a decisão do que deve ser feito com as informações que ela registrou. O livro aborda de forma muito direta temas sensíveis como suicídio, assédio moral e abuso sexual. Esta reedição do livro publicado em 1927 teve a ortografia atualizada e conta com notas explicativas para termos e palavras fora de uso. (2ª edição, revisada e publicada em 2025)
Chrysanthème, assim assinava seus textos, Cecília Moncorvo Bandeira de Mello Rebello de Vasconcellos (1869-1948). Filha da escritora Emília Moncorvo Bandeira de Mello, teve o incentivo da mãe para seguir sua carreira ao ficar viúva com 38 anos. Escreveu para importantes jornais e revistas de sua época, entre eles O Paiz, Diário de Notícias, Correio Paulistano, O Cruzeiro e A Imprensa, tendo mais de 15 livros publicados. Em seus trabalhos predomina a imagem da mulher e seus confrontos — íntimos ou públicos — diante de um mundo que evoluía drasticamente. Por isso, é possível notar em seus textos uma crítica aos costumes e o desprezo por certas condutas sociais.
Outros livros de (CecíLia Moncorvo Bandeira de Mello Rebello de Vasconcellos) ChrysanthèMe
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Da fantasia épica ao realismo mágico, o gênero tem algo para cada tipo de leitor. Uma seleção dos livros que mais transportam, encantam e viciam, do iniciante ao veterano.
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Para escolas, universidades, autores e editoras