Como criar sua estante virtual de livros (e por que você deveria ter uma)
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Registro ilustrado da exposição individual da artista brasileira, inaugurada em setembro de 2025 no Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC USP). As rotinas diárias e a passagem do tempo são centrais na prática de Ana Amorim. A partir de decisões conceituais bem definidas, a artista registra, todos os dias, ao final do dia, "Mapas Mentais" dos caminhos que percorreu e documenta a passagem do tempo em performances públicas ou privadas, contando segundos, dias e horas. A sua experiência no mundo consiste na matéria-prima para a obra: segundo a artista, não há diferença entre arte e vida.
Formada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) em 1986, Ana Amorim viveu por longos períodos no exterior. É mestra em Pintura e História da Arte pela Ohio University, nos Estados Unidos (1989), e cursou mestrado de Estética e Teoria da Arte na Middlesex University, no Reino Unido (1998-1999), e doutorado em Fine Arts (School of Maori Studies), pela Massey University, na Nova Zelândia (2010-2012). A carreira e a produção de Ana Amorim encontraram acolhida em momentos relevantes no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP). O museu abrigou a primeira exposição individual da artista no Brasil, bem como foi o primeiro a incorporar obras suas. Entre novembro de 1990 e fevereiro de 1991, Amorim realizou a mostra 11221990960-40-34/022419917464-311-34, ainda no espaço reservado a exposições temporárias do MAC USP no terceiro andar do Pavilhão da Bienal de São Paulo. A artista vinha de uma temporada de alguns anos nos Estados Unidos, tendo ali iniciado suas primeiras experimentações com performances de "contar segundos" e de registros de "mapas mentais" de seus percursos ao longo do dia. No MAC USP, ela apresentou, além das "Grandes telas" de 1988 e 1989, "O espectro de cor da minha vida", de 1989, além de realizar a performance "Contar segundos".
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