Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
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Um amplo e preciso panorama da participação dos afrodescendentes na arte brasileira em todos os cantos do país, desde o período colonial até hoje, organizado por um dos maiores experts no tema, Emanoel Araújo. Entre os artistas que têm seus trabalhos analisados estão Machado de Assis, Aleijadinho, Antônio Bandeira, Assis Valente, Cruz e Souza, Castro Alves, Grande Otelo, José do Patrocínio, Juliano Moreira, Mestre Valentim, Mestre Didi, Pixinguinha, Rubem Valentim, Ruth de Souza e Walter Firmo. Dividida em dois volumes, num total de 880 páginas, a obra é publicada 21 anos após a primeira edição, que comemorava o centenário da Abolição da Escravatura no Brasil. Dois personagens marcantes da relação Brasil-Portugal assinam textos na abertura da obra: Fernando Henrique Cardoso e Mario Soares, ex-presidente português. A publicação tem ainda textos de Alberto Goldman, governador de São Paulo, e de Andrea Matarazzo, secretário estadual de Cultura. As diversas reproduções de pinturas, esculturas, fotos, ilustrações, desenhos, carrancas e a avaliação do trabalho de inúmeros artistas revelam o extenso trabalho de pesquisa iconográfica e de texto. A publicação cobre o Barroco e o Rococó; a academia do século XIX; o modernismo e a arte contemporânea do Século XX.
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