Pular para o conteúdo
Medicina e Saúde

Manual de EmergêNcias Infecciosas

1ª Edição - 2025942 páginasEditora dos Editorespt
Seja o primeiro a avaliar
Sua leitura no Lireo

Guarde este livro na sua estante

Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.

Registre seu progresso de leitura
Descubra outros leitores do mesmo livro
Participe de clubes de leitura
Organize toda sua biblioteca

Sinopse

As doenças infecciosas fazem parte do nosso dia a dia na emergência. Elas chegam em formas muito diferentes: a febre de início recente, a tosse do idoso fragilizado, a ferida que não cicatriza, a dor abdominal que não fecha com a história, a criança que piorou em poucas horas, o paciente imunossuprimido que “não está bem” e não sabe explicar por quê. Em todas essas situações, o que muda o desfecho é reconhecer padrões, identificar sinais de gravidade e tomar decisões simples e oportunas — mesmo quando os dados ainda são incompletos. Este manual foi escrito para apoiar exatamente essas decisões. Ele busca traduzir a melhor evidência disponível para a realidade do pronto-socorro, com orientações práticas, linguagem clara e foco no que muda a conduta. A proposta é ajudar você a começar bem, reavaliar com método e comunicar com transparência, colocando o paciente e o contexto em primeiro plano. A organização reflete o fluxo da prática: ƒ Parte 1 — O Adulto Crítico na Emergência: condições que exigem ação imediata e raciocínio estruturado (por exemplo, sepse e choque séptico, tétano, meningococcemia, leptospirose, hantaviroses). O objetivo é priorizar estabilização, coleta adequada de amostras e início criterioso de antimicrobianos, com revisões orientadas por resposta clínica e resultados. ƒ Parte 2 — Abordagem por Sinais e Sintomas: caminhos de avaliação a partir da queixa principal (por exemplo, IVAS, faringoamigdalite/epiglotite, otites, tuberculose, pneumonia adquirida na comunidade, além de dor torácica/dispneia, febre aguda, olho vermelho, lesões de pele, diarreia, queixas genitais). Aqui você encontrará fluxos de decisão, exames que de fato mudam a conduta e critérios objetivos para tratamento, observação ou alta segura. ƒ Parte 3 — O Paciente Imunossuprimido: particularidades do cuidado em HIV (fase aguda, pulmonares, neurológicas, diarreia) e em transplantados, entre outros. A ênfase recai em reconhecer apresentações atípicas, ampliar o leque de hipóteses quando necessário e ajustar condutas à situação de risco. ƒ Parte 4 — Infecções no Período Gestacional: situações frequentes e de alto impacto, como abortamento séptico, corioamnionite e ITU na gestante, com atenção a segurança materna e fetal e às particularidades de diagnóstico e antimicrobianos. XXVI Manual de Emergências Infecciosas ƒ Parte 5 — Infecções na Pediatria: síndromes comuns e graves na infância (sepse e choque séptico, bronquiolite, coqueluche/difteria/crupe, pneumonia, ITU), com foco em avaliação de risco, hidratação, oxigenoterapia, escolha e duração de antibióticos e critérios de internação. ƒ Parte 6 — Complementar: temas transversais do plantão, como exposição ocupacional a material biológico, atendimento à vítima de violência sexual, uso racional de antibióticos no DE, notificação compulsória e eventualidades específicas (terrorismo/situações de guerra) — conteúdos que organizam rotinas, previnem danos e qualificam o cuidado em equipe. Ao longo do manual, privilegiamos recomendações aplicáveis ao Brasil e à América Latina, reconhecendo diferenças regionais de epidemiologia e recursos. Quando a evidência é sólida, dizemos com clareza; quando é incerta ou depende do contexto, explicitamos as alternativas razoáveis e o racional para a escolha. Em todos os casos, defendemos reavaliação clínica frequente — muitas vezes, voltar ao leito e examinar de novo é o que faz a diferença. Este é um trabalho de equipe. Enfermeiros, farmacêuticos, laboratório, radiologia, controle de infecção e especialistas de retaguarda são parte do bom desfecho. Por isso, sempre que possível, indicamos rotinas simples que melhoram o cuidado: coleta de hemoculturas antes do antibiótico, pesagem para dose correta, checagem real de alergias, revisão de prescrições, comunicação objetiva nas passagens de plantão. Se você está abrindo o manual no meio de um plantão corrido, esperamos oferecer respostas diretas e seguras. Se está estudando, que os capítulos sirvam de base para discussões de caso e construção de protocolos locais. Em qualquer cenário, o fio condutor é o mesmo: cuidar bem é reconhecer cedo, tratar com propósito e revisar com método. Que estas páginas sejam úteis nas noites movimentadas e também nas manhãs mais calmas — ajudando a transformar decisões difíceis em passos mais claros e compartilhados.

Sobre Ian

Residência em Infectologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Doutora em Ciências da Saúde pelo Departamento de Infectologia da FMUSP. Coordenadora da UTI da Divisão de Moléstias Infecciosas e Parasitárias do Hospital das Clínicas da FMUSP (HCFMUSP). Consultora Técnica do Ministério da Saúde em Vírus Respiratórios. Consultora Técnica da Organização Pan-Americana da Saúde em Arboviroses e Emergências em Saúde Pública.

Detalhes do livro

Título
Manual de EmergêNcias Infecciosas
Autor
Ian Ward a. | Cunha Victor Paro da | Li Ho Yeh | Joelsons Daniel Maia
Editora
Editora dos Editores
Ano
2026
Páginas
942 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9786561031080
Edição
1ª Edição - 2025
Formato
Brochura

Medicina e Saúde

Livros na mesma categoria

Blog Lireo

Dicas e recomendações para leitores

Soluções institucionais

Para escolas, universidades, autores e editoras