Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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"Maia e Valentim estudam na mesma escola Vivem grudados: será que passaram cola? Hoje Maia quer brincar numa praia E Valentim escolheu um jardim. Estão em busca de diversão. E você, aonde vai levar sua imaginação? Um livro divertido e cativante, que celebra o brincar e a amizade, repleto de rimas, cores e formas."
Paula Taitelbaum nasceu em novembro de 1969, em Porto Alegre. É publicitária, produtora cultural, atriz, escritora e jornalista. Pela L&PM, já publicou "Sem vergonha" (1999), "Mundo da lua" (2002), "Porno pop pocket" (2004) e "Ménage à trois" (2006) que reúne seus três primeiros livros, entre eles, "Eu versos eu" (1998), sua obra de estreia. Em setembro de 2013, lançou seu primeiro livro infantil "Palavra vai, palavra vem", também pela L&PM, no qual além de ser responsável pelos textos, também ilustrou a obra com colagens.
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