Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
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Depois de Lobinho na Escola de Enganação , Diário das façanhas do Lobinho e O terror domesticado , chega às livrarias o quarto volume das aventuras do Lobinho que não é tão mau assim. Acompanhado pela Gralha Guimba, responsável pelo Esquadrão Voador da ADFOA (ou Agência de Detetives da Floresta dos Olhos Amarelos), pelo amigão e primo Lobo Uivo Ruivo e pelo urso Enormando, o intrépido detetive Lobinho Binho precisa descobrir onde foram parar os animais que desapareceram de seus lares, enchendo as famílias de angústia. Todas as testemunhas falam que eles sumiram depois de ver uma luzinha em forma de rato... O mistério é total, a situação é assustadora: que perigos espreitam os detetives da ADFOA no desempenho de sua missão? Bem que eles desconfiam que atrás de tudo está o Mestre Maravilha, que enlameou a palavra Lobo ao sequestrar o falecido tio Lobão do Mal — que morreu de embarrigamento e cujo fantasma fosforescente foi trancado numa garrafa de uísque. Até o pequeno Cheirinho Forte, irmão mais moço de Binho, participa da missão. Cheirinho faz questão de passar as algemas nos bandidos: quando os colegas não deixam, ele emburra...
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