Como presentear livros sem errar: um guia para acertar sempre
Dar um livro de presente é um ato de intimidade, você está dizendo "eu conheço você". Mas errar é fácil. Veja como acertar na escolha e surpreender quem você ama.
Familiares do Santo OfíCio, Inquisição e Sociedade em Minas Colonial
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
O trabalho que agora vem a público aporta um largo conjunto de novidades. Ao mesmo tempo, consolida o conhecimento disponível sobre outros itens, todos indispensáveis ao estudo da Inquisição e dos seus dispositivos institucionais ou de poder nas periferias. O Santo Ofício não os podia dispensar. Em larga medida, da sua organização e eficácia dependia a sobrevivência desta instituição, criada para vigiar e disciplinar comportamentos, tanto na Corte como nos espaços mais recônditos do Portugal metropolitano ou do Império. A rede de familiares e comissários tornou-se numa parcela essencial dessa disseminação de poder, mesmo quando eram pouco atuantes, como acontecia com os familiares em Minas Gerais. Mesmo assim, pelo capital de status do cargo, contribuíam para difundir o Tribunal no interior do Brasil. Desde o último quartel de Seiscentos, pelo lugar estruturante da limpeza de sangue nas sociedades ibéricas, o Santo Ofício transformou-se numa instituição de vocação repressiva que atuava também pelo lado da distinção. Por isso revelava-se mais eficaz. Esta última tinha um profundo eco na sociedade do Antigo Regime, marcada pelo privilégio, pela desigualdade e pelo peso esmagador do que era público e notório, como era o grau de limpeza de sangue de cada um na Península Ibérica.
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Dar um livro de presente é um ato de intimidade, você está dizendo "eu conheço você". Mas errar é fácil. Veja como acertar na escolha e surpreender quem você ama.
Para entender o Brasil de hoje, é preciso conhecer o Brasil de ontem. Uma seleção dos livros de história que mais iluminam nossas raízes, contradições e possibilidades.
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Para escolas, universidades, autores e editoras