Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Lelê é uma menina pequenininha, curiosa e esperta que está muito animada para compartilhar com você todas as aventuras e descobertas do seu dia a dia na cidade. A Lelê mora num prédio cheio de janelinhas, gosta de ir bem alto no balanço da praça e de brincar no tanque de areia com os amigos, mas reclama na hora de dividir os brinquedos. De manhã, passeia com o papai e o cachorro Pagode, vai à feira com a mamãe comer pastel e tomar caldo de cana — huuum! Depois do almoço, quem a leva à escola é a vovó. Mas, calma, o dia está só começando. As crianças pequenininhas, piticas, grandes e grandonas da cidade, do espaço sideral e do campo também vão se reconhecer acompanhando cada detalhe da rotina da Lelê. Sob o seu olhar, o leitor vai poder observar a cidade e suas miudezas tão especiais — brincar com o tatu-bola, estourar beijinhos do canteiro de plantas, admirar a vitrine da padaria cheinha de gostosuras. As autoras Rafaela e Tieza, além de abordarem experiências, sensações e sentimentos com ternura e sensibilidade, exploram na narrativa conceitos de grandeza, espacialidade e palavras-chave de maneira lúdica e interativa com o leitor. Indicado para leitores a partir de 0 ano.
RAFAELA DEIAB é formada em Ciências Sociais e é mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo. Trabalha com educação e leitura desde 2009.
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